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Fonte: www.wnews.com.br
Data: Novembro de 2005

Espaço: a fronteira final?
 

Eu sempre achei que uma das verdades do Universo da Informática é “quanto mais, melhor”: mais memória, mais poder de processamento, mais gigahertz, mais capacidade de armazenamento disponível no hard drive (HD ou disco rígido). Durante anos segui esse caminho fielmente, bem como, imagino, a maioria dos usuários de computador — macmaníacos ou não. Quando comprei meu primeiro Mac (há mais tempo do que gosto de admitir, devo confessar), um “poderoso” SE-30, monobloco, monitor preto e branco com 256 tons de cinza (uia!) e processador Motorola 68030 com 16 Mhz, a média de tamanho de um disco rígido era de 20 MB — isso mesmo, 20 megabytes, não gigabytes.

Afoito para os inimigos e voilá para os amigos, comprei logo um com o dobro disso: 40 MB! Todos aqueles megabytes meus, só meus! Ao depararem com tal desperdício de dinheiro, as pessoas me perguntavam “pra quê isso?”. “Vai sobrar espaço”, diziam. Era verdade, mas eu não me preocupava. Assim como minha gaveta de cuecas no armário, eu pensava que um disco rígido só precisava de tempo pra ser preenchido e, pra mim, quanto mais tempo levasse, melhor.

Claro que esse processo continuou durante anos. Assim como o tamanho dos HDs, foi crescendo o tamanho dos aplicativos e dos sistemas operacionais. A primeira versão do Adobe Illustrator, por exemplo, cabia inteirinha num disquete de 1.4 MB. Hoje você precisa de um CDR com 700 MB pra poder guardá-lo.

Poder

Até aí, tudo bem. Os computadores foram ficando mais capazes e poderosos, seus sistemas passaram a integrar mais funcionalidades e possibilidades. Tudo isso é muito legal. Mas há algum tempo comecei a pensar na relação de crescimento entre software, HDs, sistemas operacionais e, principalmente, gadgets como tocadores de MP3, Palmtops, celulares multimídia etc.

Tudo começou quando, durante uma pequena arrumação aqui em casa, topei com um artigo publicado no início dos anos 90 na MacWorld americana. Seu título era: “Microsoft Word 4.0 Suite. Eu realmente preciso de tudo isso?”. O colunista reclamava que a maioria das novas funcionalidades do processador de texto mais usado do pedaço podiam até ser legais, mas não eram lá muito úteis em seu dia-a-dia. E olha que o dia-a-dia do cara era escrever. Ele falava sobre um software, no mínimo, prioritário. Seu maior argumento era que o programa passou a oferecer módulos extras para diagramação, ilustração, bibliotecas de clip-arts e o escambau a quatro, sendo que um usuário como ele continuaria usando o Word apenas para escrever. Por causa dos adendos, agora seria necessário dedicar mais espaço no disco rígido para o programa e também se preocupar em arrumar mais memória e processamento. Sim, o velho e bom Word estava ficando pesado e voraz.

iPod

Isso não aconteceu só com o Word, claro. Tomei-o como exemplo porque era sobre ele que o artigo discorria. Mas reler esse artigo, escrito há tanto tempo, causou-me uma epifania: imediatamente lembrei-me do iPod.

Antes que você ache que eu pirei, vou explicar. Em seu lançamento, o iPod com maior capacidade tinha 10 GB. Hoje o iPod mais parrudo dispõe de 60 GB em seu disco rígido — o mesmo tamanho do HD do meu PowerBook 12”, no qual digito essa coluna. Impressionante? Sem dúvida. Por favor, não me entendam mal. Como bom geek, adoro o iPod. Mais uma vez Titio Jobs desceu em meio aos homens para mudar a face digital do planeta com uma tremenda sacada.

Mas será que precisamos de 60 GB para armazenar as músicas que gostamos? Alguns de nós sim, com certeza (mestre Gunter, vocalista da banda Jumbo Elektro, não me deixaria mentir). Mas desde que o iPod atingiu 30 GB de capacidade, eu não consegui deixar de pensar que teria que gostar muito de música pra ocupar todo esse espaço.

Muitos argumentaram que, por funcionar como um HD removível, o iPod é útil também para backup, transporte confortável de trabalhos, documentos diversos e outros quejandos, além, é claro, de armazenar músicas, sua principal função. Era num iPod, por exemplo, que os copiões digitais da trilogia “O Senhor dos Anéis” eram transportados entre as produtoras de efeitos especiais que participaram do processo de finalização das películas.

Para justificar ainda mais a necessidade de espaço, existe a nova demanda por tocadores portáteis de vídeo, grupo ao qual os últimos modelos de iPod se juntaram (se bem que eu ainda não entendo o frisson em assistir ”Gladiator” em telinhas minúsculas, mas enfim…). Argumentos mais que válidos e verdadeiros. Mas o meu ponto, que é o excesso abundante no universo eletrônico e a sua sedução sobre nós, simplórios escravos da tecnologia moderna, acabou sendo corroborado pela própria Apple, quando ela surpreendeu o mercado com o iPod Mini.

Vai flopar?

Assim que foi lançado, o iPod Mini foi criticado por todo mundo. O design e o tamanho diminuto agradavam aos olhos e o lance das 5 cores tinha a maior bossa, mas convenhamos: eram apenas 4 GB contra os 15 GB da versão mais simples do seu irmão maior por uma diferença de preço pequena — 50 dólares. Não vale a pena, disseram. Vai flopar. Seu destino será igual ao do Mac Cube: lindo, diferentaço, mas caro e com pouca capacidade. Os dias do iPod Mini estão contados. Aconteceu o contrário. Em pouco tempo, o iPod Mini se transformou em um sucesso.

Jobs sabia disso. Seus engenheiros e designers de produto sabiam disso. O faxineiro da sede da Apple em Cupertino sabia disso. O que eles sabiam que nós não sabíamos? Simples: que para a maioria dos usuários de tocadores de MP3 era mais legal — e útil — ter um aparelho menor e com menos capacidade porque as músicas que adoramos não são tantas assim. Pouco tempo depois, a Apple veio com o iPod Shuffle, em dois sabores: 512 MB e 1 GB. O fenômeno se repetiu. O Shuffle já é dono de quase 70% do mercado de tocadores de MP3 baseados em memória Flash, e não em HD, como seus irmãos maiores. Agora, temos o iPod Nano. Lindo, pequeno, fininho — em duas cores. Tamanhos: 2 e 4 GB. Como suas contrapartes anteriores, já é um sucesso. É o triunfo do menos sobre o mais.

Hoje em dia — finalmente — sou o feliz proprietário de um iPod. No caso, o iPod Shuffle, ou “iPobre”, como carinhosamente foi apelidado. Sempre gostei de música, principalmente de trilhas de cinema, tanto que já reuni 12 GB delas, todas guardadinhas no HD do meu Mac, que viram os CDs que levo por aí em meu carro. Por alguma razão eu não via a posse de um iPod como prioridade, e agora penso seriamente em implantá-lo em meu corpo. Ter um breguetinho forrado com 1 GB de músicas basta pra mim. Se decidir ouvir tudo numa tacada só precisarei de 12 horas. Doze horas de música seguidas. Se não é o suficiente, chega bem perto.

Pensando na saga do iPod, minha mente volta aos HDs, às mídias removíveis, aos gravadores de DVD... e lembro que minha mãe, uma ativa e antenada senhora, possui um iMac verdinho, daqueles mais antigos, equipado com um disco rígido de 40 GB. Até agora, ela só usou uns 15 GB ou 16 GB — incluindo os programas instalados, o Tiger e uma série de documentos diversos. Como o colunista de outrora, seu maior uso está em escrever no processador de texto (Word), em produzir apresentações e transparências para as aulas que ministra (PowerPoint), em programar as despesas do mês (Excel), navegar pela Internet (Safari. Achou que eu ia dizer Explorer, né?) e baixar fotos e videozinhos dos sobrinhos...

   
   
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